Cirurgia de Mioma em Alphaville: miomectomia que preserva o útero
Avaliação individualizada e tratamento moderno para mioma uterino — do acompanhamento clínico à cirurgia minimamente invasiva — , Barueri e São Paulo.
Marcar consulta via WhatsAppMioma uterino: o que você precisa saber
O mioma uterino (leiomioma) é um tumor benigno que se desenvolve no músculo do útero. É a neoplasia ginecológica mais comum — estima-se que afete 70 a 80% das mulheres ao longo da vida, embora nem sempre cause sintomas.
Mioma Submucoso
Cresce em direção à cavidade uterina. O mais associado a sangramento intenso e infertilidade. Tratado frequentemente por histeroscopia.
Mioma Intramural
Dentro da parede muscular do útero. O mais comum. Pode causar dor e aumento do volume uterino.
Mioma Subseroso
Cresce para fora do útero. Pode causar pressão sobre bexiga ou intestino e dor pélvica.
Quando suspeitar de mioma uterino
Sangramento intenso
Menstruação muito volumosa ou sangramento fora do período, levando frequentemente à anemia.
Dor e cólicas
Dor pélvica durante ou fora da menstruação, cólicas fortes ou sensação de pressão na pelve.
Barriga aumentada
Sensação de inchaço ou aumento do abdômen, semelhante a uma gravidez, em miomas grandes.
Pressão urinária
Urgência frequente para urinar, dificuldade de esvaziar completamente a bexiga.
Dificuldade de engravidar
Miomas submucosos e intramurais grandes podem interferir na implantação embrionária.
Dor nas relações
Dispareunia e desconforto durante o ato sexual, especialmente com miomas maiores.
Opções cirúrgicas modernas
A escolha da técnica depende do tipo, tamanho e localização do mioma, sempre com foco em preservar o útero quando possível.
Cirurgia Robótica (Robô Assistida)
Tecnologia de última geração com precisão e amplitude de movimentos superiores à laparoscopia convencional. Ideal para miomas múltiplos, de difícil acesso ou em casos de maior complexidade. Menor sangramento e recuperação acelerada.
Laparoscopia Convencional
Miomectomia minimamente invasiva com câmera e instrumentos por pequenas incisões. Recuperação rápida (1–2 semanas), excelentes resultados para miomas intramurais e subserosos. O Dr. Stênio realiza esse procedimento com ampla experiência e fellowship pelo HC-UFPR.
Histeroscopia
Técnica sem incisão que acessa a cavidade uterina pelo canal cervical. Ideal para miomas submucosos (que crescem para dentro do útero) e associada a excelentes resultados no tratamento do sangramento e na melhora da fertilidade.
Tratamento Clínico
Quando a cirurgia não é imediata, medicamentos (DIU Mirena, progestágenos, análogos de GnRH) controlam o sangramento e o volume dos miomas, especialmente em preparo pré-operatório ou na proximidade da menopausa.
Por que escolher o Dr. Stênio Deslandes
Formação
Medicina pela UFPR · Residência Ginecologia & Obstetrícia pelo HC-UFPR · Fellowship em Cirurgia Minimamente Invasiva pelo HC-UFPR
Dupla Formação
Fertileuta — Título de Especialista em Reprodução Humana
Cirurgião — Título de Especialista em Videolaparoscopia Ginecológica
Títulos de Especialista
Ginecologia e Obstetrícia · Reprodução Humana · Videolaparoscopia Ginecológica
FEBRASGO / AMB · CRM 195.624 · RQE 70.891
Avaliações Doctoralia
RQE 70.891
Vídeos sobre Mioma Uterino
Entenda mais sobre mioma, tratamentos e o que esperar da consulta com o Dr. Stênio Deslandes.
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Quando o mioma não precisa ser operado
Mioma é o tumor benigno mais comum do útero, e a maioria das mulheres que tem nunca vai precisar de cirurgia. Nódulo pequeno, sem sintoma, encontrado por acaso num ultrassom de rotina, costuma apenas ser acompanhado.
O que decide a conduta não é o tamanho isolado — é o sintoma. Sangramento que causa anemia, dor, sensação de peso, compressão da bexiga, dificuldade para engravidar ou abortamentos de repetição. Sem nada disso, operar é resolver um problema que não existe.
Onde o mioma está importa mais que o tamanho
Um nódulo de dois centímetros dentro da cavidade uterina pode causar sangramento intenso e atrapalhar a gravidez. Um de oito centímetros na parede externa pode não dar sintoma nenhum.
Por isso a avaliação começa pela localização: submucoso, que cresce para dentro da cavidade e é o que mais sangra; intramural, dentro da parede; e subseroso, para fora do útero. Cada um pede uma técnica diferente, e às vezes um caminho que nem é cirúrgico.
“Vamos ter que tirar o útero”
Muita mulher chega ao consultório tendo ouvido essa frase como se fosse a única saída. Na maioria das vezes, não é.
A miomectomia remove o mioma e preserva o útero — inclusive para quem ainda quer engravidar. Ela pode ser feita por histeroscopia, sem nenhum corte, quando o nódulo está dentro da cavidade; por videolaparoscopia ou por via robótica, com pequenas incisões, nos demais casos.
A histerectomia continua sendo uma opção legítima, e às vezes a melhor. Mas é uma decisão definitiva, e merece ser tomada depois de esgotar as alternativas — não antes. Uma segunda avaliação, nessa hora, vale a consulta.
A anemia que sempre volta
Tomar ferro há anos e ver a anemia voltar toda vez é um padrão que se repete no consultório.
Sangramento menstrual intenso é a causa mais comum de anemia em mulher em idade fértil, e mioma é a causa mais comum desse sangramento. Tratar a anemia sem investigar de onde vem a perda é enxugar gelo — o ferro repõe o que o útero continua perdendo todo mês.
Quando procurar avaliação
- Menstruação que dura mais de sete dias ou vem com coágulos grandes
- Anemia que retorna mesmo com reposição de ferro
- Sensação de peso, aumento do volume abdominal ou vontade frequente de urinar
- Dor pélvica que não é só na menstruação
- Dificuldade para engravidar ou abortamentos de repetição
- Indicação de histerectomia sem que a miomectomia tenha sido discutida
O conteúdo desta página tem caráter educativo e não substitui a consulta médica. Cada caso exige avaliação individual.