Cirurgia de Endometriose Profunda em Alphaville e Moema
Diagnóstico preciso, tratamento minimamente invasivo e cuidado humanizado para mulheres com endometriose , Barueri e região de São Paulo.
Marcar consulta via WhatsAppEntenda a doença
A endometriose é uma doença ginecológica crônica em que tecido semelhante ao endométrio cresce fora da cavidade uterina — nos ovários, trompas, peritônio, bexiga, intestino e outros órgãos.
Afeta aproximadamente 10% das mulheres em idade reprodutiva e é uma das principais causas de dor pélvica crônica e infertilidade. O diagnóstico pode levar anos, pois os sintomas são frequentemente confundidos com cólicas comuns.
Endometriose Ovariana
Cistos de chocolate (endometriomas) nos ovários. Pode comprometer a reserva ovariana e a fertilidade.
Endometriose Peritoneal
Focos superficiais no peritônio. Frequente e nem sempre visível em exames de imagem.
Endometriose Profunda
Forma mais grave, com invasão de órgãos como intestino, bexiga e ureter. Requer cirurgia especializada.
Sinais que merecem atenção
Não normalize a dor menstrual. A endometriose pode se manifestar de formas muito diferentes:
Dor pélvica crônica
Dor que persiste além do período menstrual, muitas vezes constante e debilitante.
Dismenorreia intensa
Cólicas fortes que não melhoram com analgésicos comuns e impedem atividades diárias.
Dor nas relações sexuais
Dispareunia, especialmente em determinadas posições ou na penetração profunda.
Dificuldade para engravidar
A endometriose é responsável por 30–50% dos casos de infertilidade feminina.
Dor ao urinar/evacuar
Sintomas intensificados no período menstrual podem indicar comprometimento de bexiga ou intestino.
Fadiga e alterações intestinais
Inchaço, diarreia ou constipação recorrentes, especialmente durante a menstruação.
Como tratar a endometriose
O diagnóstico é clínico e pode ser complementado por ultrassonografia especializada ou ressonância magnética. A videolaparoscopia confirma e já trata a doença na mesma cirurgia.
Tratamento Hormonal
Medicamentos hormonais como pílula, progestágenos, DIU Mirena e análogos de GnRH controlam os sintomas e aliviam a dor — especialmente quando a cirurgia não é a opção prioritária. São parte do manejo da doença crônica, adaptados a cada fase da vida e ao desejo reprodutivo da paciente.
Cirurgia Minimamente Invasiva
Videolaparoscopia ou cirurgia robótica para remoção dos focos de endometriose, preservando ovários e fertilidade sempre que possível. O Dr. Stênio possui fellowship específico nessa técnica pelo HC-UFPR.
Tratamento da Infertilidade
Para mulheres que desejam engravidar, o plano combina avaliação da reserva ovariana, cirurgia para restaurar a anatomia pélvica e, quando necessário, técnicas de reprodução assistida como FIV.
Acompanhamento Contínuo
A endometriose é uma doença crônica que requer seguimento regular. O objetivo é manter qualidade de vida e preservar a saúde reprodutiva a longo prazo.
Por que escolher o Dr. Stênio Deslandes
Formação
Medicina pela UFPR · Residência Ginecologia & Obstetrícia pelo HC-UFPR · Fellowship em Cirurgia Minimamente Invasiva pelo HC-UFPR
Dupla Formação
Fertileuta — Título de Especialista em Reprodução Humana
Cirurgião — Título de Especialista em Videolaparoscopia Ginecológica
Títulos de Especialista
Ginecologia e Obstetrícia · Reprodução Humana · Videolaparoscopia Ginecológica
FEBRASGO / AMB · CRM 195.624 · RQE 70.891
Avaliações Doctoralia
RQE 70.891
Vídeos sobre Endometriose
O Dr. Stênio compartilha informação de qualidade sobre diagnóstico e tratamento. Em breve, vídeos sobre endometriose.
Dúvidas sobre endometriose
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Quando a endometriose não precisa de cirurgia
Nem toda endometriose se opera, e isso precisa ser dito antes de qualquer outra coisa. Boa parte das mulheres controla a doença com tratamento clínico — pílula contínua, DIU hormonal, progestágenos — e segue anos sem indicação cirúrgica.
A cirurgia entra quando a dor persiste apesar do tratamento bem conduzido, quando a doença compromete a função de um órgão, ou quando há infertilidade em que a endometriose é fator relevante. Fora dessas situações, operar cedo demais é trocar um problema controlado por um risco desnecessário.
Por que o exame comum quase sempre vem normal
Uma ultrassonografia pélvica de rotina, feita sem preparo e por quem não está procurando endometriose, costuma vir normal mesmo quando a doença existe — principalmente na forma profunda, que se esconde atrás do útero, no intestino, na bexiga e nos ligamentos.
O exame não errou. Ele não estava procurando aquilo.
Os exames que enxergam são a ultrassonografia com preparo intestinal e a ressonância magnética de pelve com protocolo específico, feitos por profissionais treinados nesse tipo de leitura. É por isso que o Dr. Stênio indica nomes específicos, e não apenas laboratórios: quem lauda faz tanta diferença quanto o aparelho.
Esse é o principal motivo pelo qual o diagnóstico de endometriose ainda demora cerca de sete anos no Brasil. Não é falta de exame. É exame que não estava procurando.
Endometriose profunda: por que quem opera muda o resultado
A endometriose profunda invade estruturas que exigem treino cirúrgico específico: parede do intestino, bexiga, ureter, ligamentos uterossacros e, em alguns casos, nervos da pelve.
O resultado de uma cirurgia dessas depende de duas coisas ao mesmo tempo: remover a doença inteira e preservar os órgãos. Retirar pouco significa dor que volta e reoperação em poucos anos. Retirar demais significa sequela funcional em intestino, bexiga ou fertilidade.
Encontrar esse ponto não é detalhe técnico — é a diferença entre resolver e apenas operar. E depende de quantas vezes o cirurgião já fez exatamente aquilo.
Dr. Stênio Deslandes tem fellowship em cirurgia ginecológica minimamente invasiva pelo Hospital de Clínicas da UFPR e titulação FEBRASGO, e integra o corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein — Unidade Vila Nova Star e da Rede D’Or São Luiz.
Controlar o sintoma e tratar a doença não são a mesma coisa
Essa confusão aparece toda semana no consultório, e ela custa caro.
O tratamento hormonal controla a dor e o sangramento, e para muitas mulheres é suficiente por anos. Mas ele não faz o nódulo profundo desaparecer, e não impede que a lesão continue existindo. Uma mulher pode passar anos com o sintoma parcialmente controlado enquanto a doença avança em silêncio sobre o intestino ou o ureter.
Por isso, mesmo quem está bem com tratamento clínico precisa de acompanhamento periódico, com exame de imagem quando indicado. Bem controlada não é o mesmo que curada. É uma condição crônica, e crônico se acompanha.
Quando procurar avaliação
- Cólica que impede de trabalhar, estudar ou sair da cama
- Dor que não melhora com analgésico comum ou que piora ano após ano
- Dor durante ou depois da relação sexual
- Dor ao evacuar ou ao urinar, principalmente no período menstrual
- Sangramento intestinal ou urinário durante a menstruação
- Exames que vieram normais enquanto a dor continua
- Um ano de tentativas sem engravidar, ou seis meses depois dos 35
O conteúdo desta página tem caráter educativo e não substitui a consulta médica. Cada caso exige avaliação individual.